Últimas notícias:Registros de candidaturas começam a ser julgados nesta quinta (17) , Gás de cozinha em Gonçalves Dias é o mais caro do estado do maranha

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Nem Odorico Paraguaçu chegaria a tanto…

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POR MARRAPÁ
No último sábado, em discurso no município de Sucupira do Norte, o candidato sarneyzista a governador teve um arroubo de mitomania que deixaria o personagem Odorico Paraguaçu, prefeito da Sucupira do escritor Dias Gomes, corado de tanta vergonha.
No mesmo dia em que se declarou envergonhado por causa das promessas não-cumpridas pela aliada Roseana Sarney e pelo próprio pai, Edison Lobão, que governou o Maranhão entre 1990 e 1994,  Edinho Lobão disse ter enviado R$ 4 bilhões para o estado.
Em busca rápida na página do Senado Federal, os números encontrados divergem dos que foram anunciados por Edinho.
Consta no site que o suplente de senador destinou pouco menos de R$ 70 milhões em emendas, inclusive para o Polo Sul, durante o exercício da atual legislatura.
Veja a declaração fantasiosa do peemedebista no vídeo abaixo:

Homem tem a cabeça arrancada pelo trem da vale em Porto Franco MA

'Alírio' teve a cabeça arrancada do corpo
‘Alírio’ teve a cabeça arrancada do corpo
Um homem, identificado apenas como ‘Alírio’, de 43 anos, morreu na tarde quarta-feira (23) num trecho da Ferrovia Norte Sul no bairro Carmelina na cidade de Porto Franco, sul do Maranhão.
Ele foi atropelado pelo trem da Vale e teve a cabeça arrancada do corpo nos trilhos. De acordo com informações de funcionários da linha férrea, a vítima teria se jogado na linha pondo a cabeça sobre os trilhos.
Moradores que vivem nas proximidades do local onde aconteceu a tragédia contam que Alírio vivia sozinha e aparentava ter problemas psiquiátricos.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Morre aos 87 anos o escritor Ariano Suassuna

Morre o escritor Ariano Suassuna aos 87 anos

A imortalidade parecia não bastar para Ariano Suassuna, também interessado na onipresença – membro da Academia Brasileira de Letras desde 1990, que lhe garantia a simbólica perenidade, o escritor paraibano cruzava o Brasil com suas famosas aulas espetáculos, encontros disputadíssimos em que ele relembrava fatos, comentava sobre a atualidade, discorria sobre literatura. Ele morreu nesta quarta-feira, 23, aos 87 anos, de parada cardíaca. Ele estava internado desde segunda-feira, 21, no Real Hospital Português do Recife, após sofrer um AVC.
Na verdade, Suassuna está fundamentalmente enraizado na cultura brasileira, defendendo-a com clamor, mas também com rigor, separando o joio do trigo. “Um país que tem Os Sertões pode ser dominado politicamente, pode ser aviltado, mas estará sempre a salvo”, disse, certa vez, reafirmando a defesa de uma causa que lhe garantiu acusações de xenofobia, especialmente quando investia contra o que considerava lixo cultural imposto por nações como os EUA. Ele dava de ombros: “Sou velho mas tenho muita energia. Quem quiser duelar comigo, que venha preparado”.
Homem obstinado – não media esforços para traduzir em palavras e imagens a grandeza de seu universo tão particular, de onde saíram personagens e tramas fantásticas – em todas as acepções da palavra. Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa, na Paraíba, em 16 de junho de 1927. Com 3 anos, seu pai, João Suassuna, foi assassinado por motivos políticos, no Rio, e a família foi obrigada a se mudar para o interior do Ceará. Lá, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
Na literatura, estreou em 1947, com Uma Mulher Vestida de Sol, mas foi com Auto da Compadecida (1955) que se tornou nacionalmente conhecido. A peça nasceu da fusão de três folhetos de cordel: O Enterro do Cachorro, O Cavalo Que Defecava Dinheiro e O Castigo da Soberba. Conta com 16 personagens e exibe conexões com o teatro medieval, especialmente com Calderón de La Barca.
Tal mescla se tornou uma de suas principais características. A sátira social marca O Casamento Suspeitoso, de 1957, a menos rural das peças de Suassuna, não apenas pelo tema como pela estrutura. Com O Santo e a Porca, também do mesmo ano, Suassuna criou personagens pertencentes às famílias constituídas e a temática em ambas é centrada no interesse pelo dinheiro associado ao matrimônio.
Na verdade, os personagens retomam a tradição do teatro popular, “a dupla circense que o povo, com seu instinto certeiro, batizou admiravelmente de o Palhaço e o Besta”, como disse ele, certa vez. Outros elementos típicos da cultura brasileira que ali aparecem são o bumba meu boi e a propaganda popular nordestina. Suassuna ainda evocava os empregados espertos e independentes de Molière e da Commedia dell'Arte.
A mistura de elementos aparentemente tão díspares confere um tom singular à obra, pois Suassuna exibe uma sociedade voltada para o esnobismo e a difamação – assim, a simpatia do público é naturalmente dirigida aos que se opõem a essa sociedade ou dela são excluídos.
“Meu teatro procura se aproximar da parte do mundo que me foi dada”, disse. “Um mundo de sol e de poeira, como o que conheci em minha infância, com atores ambulantes ou bonecos de mamulengo representando gente comum e, às vezes, representando atores, com cangaceiros, santos, poderosos, assassinos, ladrões, palhaços, prostitutas, juízes, avarentos, luxuriosos, medíocres, homens e mulheres de bem – enfim, um mundo de que não estejam ausentes – senão no teatro, que não é disso, mas na poesia ou na novela – nem mesmo os seres da vida mais humilde, as pastagens, o gado, as pedras, todo esse conjunto de que o sertão está povoado.”
Ariano também foi o idealizador do Movimento Armorial, que tem como objetivo criar uma arte erudita com os elementos da cultura popular do Nordeste brasileiro. Tal movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras.
Dos seus textos narrativos, o mais marcante foi O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, publicado em 1971. Inspirado em um episódio ocorrido no século 19, no interior de Pernambuco, o livro acompanha Quaderna, personagem que é preso na cidade de Taperoá por subversão.
Ele faz a própria defesa diante do corregedor e, para tanto, relata a história de sua família, escrita na prisão. Declara-se descendente de legítimos reis brasileiros, castanhos e “cabras” da Pedra do Reino – sem relação com os “imperadores estrangeiros e falsificados da Casa de Bragança” – e conta o seu envolvimento com as lutas e as desavenças políticas, literárias e filosóficas no seu reino.
Um “romance-memorial-poema-folhetim”, como definiu Carlos Drummond de Andrade, o livro é considerado um monumento literário à cultura caboclo-sertaneja nordestina, marcada pelas tradições do mundo ibérico.
A imortalidade parecia não bastar para Ariano Suassuna, também interessado na onipresença – membro da Academia Brasileira de Letras desde 1990, que lhe garantia a simbólica perenidade, o escritor paraibano cruzava o Brasil com suas famosas aulas espetáculos, encontros disputadíssimos em que ele relembrava fatos, comentava sobre a atualidade, discorria sobre literatura. Ele morreu nesta quarta-feira, 23, aos 87 anos, de parada cardíaca. Ele estava internado desde segunda-feira, 21, no Real Hospital Português do Recife, após sofrer um AVC.
Na verdade, Suassuna está fundamentalmente enraizado na cultura brasileira, defendendo-a com clamor, mas também com rigor, separando o joio do trigo. “Um país que tem Os Sertões pode ser dominado politicamente, pode ser aviltado, mas estará sempre a salvo”, disse, certa vez, reafirmando a defesa de uma causa que lhe garantiu acusações de xenofobia, especialmente quando investia contra o que considerava lixo cultural imposto por nações como os EUA. Ele dava de ombros: “Sou velho mas tenho muita energia. Quem quiser duelar comigo, que venha preparado”.
Homem obstinado – não media esforços para traduzir em palavras e imagens a grandeza de seu universo tão particular, de onde saíram personagens e tramas fantásticas – em todas as acepções da palavra. Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa, na Paraíba, em 16 de junho de 1927. Com 3 anos, seu pai, João Suassuna, foi assassinado por motivos políticos, no Rio, e a família foi obrigada a se mudar para o interior do Ceará. Lá, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
Na literatura, estreou em 1947, com Uma Mulher Vestida de Sol, mas foi com Auto da Compadecida (1955) que se tornou nacionalmente conhecido. A peça nasceu da fusão de três folhetos de cordel: O Enterro do Cachorro, O Cavalo Que Defecava Dinheiro e O Castigo da Soberba. Conta com 16 personagens e exibe conexões com o teatro medieval, especialmente com Calderón de La Barca.
Tal mescla se tornou uma de suas principais características. A sátira social marca O Casamento Suspeitoso, de 1957, a menos rural das peças de Suassuna, não apenas pelo tema como pela estrutura. Com O Santo e a Porca, também do mesmo ano, Suassuna criou personagens pertencentes às famílias constituídas e a temática em ambas é centrada no interesse pelo dinheiro associado ao matrimônio.
Na verdade, os personagens retomam a tradição do teatro popular, “a dupla circense que o povo, com seu instinto certeiro, batizou admiravelmente de o Palhaço e o Besta”, como disse ele, certa vez. Outros elementos típicos da cultura brasileira que ali aparecem são o bumba meu boi e a propaganda popular nordestina. Suassuna ainda evocava os empregados espertos e independentes de Molière e da Commedia dell'Arte.
A mistura de elementos aparentemente tão díspares confere um tom singular à obra, pois Suassuna exibe uma sociedade voltada para o esnobismo e a difamação – assim, a simpatia do público é naturalmente dirigida aos que se opõem a essa sociedade ou dela são excluídos.
“Meu teatro procura se aproximar da parte do mundo que me foi dada”, disse. “Um mundo de sol e de poeira, como o que conheci em minha infância, com atores ambulantes ou bonecos de mamulengo representando gente comum e, às vezes, representando atores, com cangaceiros, santos, poderosos, assassinos, ladrões, palhaços, prostitutas, juízes, avarentos, luxuriosos, medíocres, homens e mulheres de bem – enfim, um mundo de que não estejam ausentes – senão no teatro, que não é disso, mas na poesia ou na novela – nem mesmo os seres da vida mais humilde, as pastagens, o gado, as pedras, todo esse conjunto de que o sertão está povoado.”
Ariano também foi o idealizador do Movimento Armorial, que tem como objetivo criar uma arte erudita com os elementos da cultura popular do Nordeste brasileiro. Tal movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras.
Dos seus textos narrativos, o mais marcante foi O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, publicado em 1971. Inspirado em um episódio ocorrido no século 19, no interior de Pernambuco, o livro acompanha Quaderna, personagem que é preso na cidade de Taperoá por subversão.
Ele faz a própria defesa diante do corregedor e, para tanto, relata a história de sua família, escrita na prisão. Declara-se descendente de legítimos reis brasileiros, castanhos e “cabras” da Pedra do Reino – sem relação com os “imperadores estrangeiros e falsificados da Casa de Bragança” – e conta o seu envolvimento com as lutas e as desavenças políticas, literárias e filosóficas no seu reino.
Um “romance-memorial-poema-folhetim”, como definiu Carlos Drummond de Andrade, o livro é considerado um monumento literário à cultura caboclo-sertaneja nordestina, marcada pelas tradições do mundo ibérico.

http://estadao.br.msn.com/


TRE-MA aprova resoluções para acelerar julgamentos de candidaturas

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) decidiu, por meio da aprovação das resoluções 8.556 e 8.557, em sessão administrativa realizada nessa terça-feira (22), que os julgamentos dos registros de candidaturas serão feitos de forma monocrática pelos relatores dos processos e não por meio de votação do pleno do tribunal.
De acordo com o desembargador eleitoral Eduardo Moreira, a medida tem o objetivo de acelerar os julgamentos. "Isto vai dar uma celeridade enorme e, sem dúvida, o Maranhão deverá ser o primeiro estado a cumprir a determinação do Tribunal Superior Eleitoral", garante Moreira.
A resolução 8.556 altera o artigo 56 do Regimento Interno do TRE-MA, acrescentando ao o inciso XX o seguinte: "deferir, monocraticamente, registro de candidatura e aprovar, desde que sem ressalvas, a prestação de contas de campanha, durante o período eleitoral, se e somente se houver parecer favorável do Ministério Público Eleitoral".
Já a resolução 8.557 determina que cada relator deve divulgar, em um mural nas dependências do TRE-MA, a relação que irá julgar dos requerimentos de registros de candidaturas para as eleições deste ano, de acordo com os artigos 44 a 54 da Resolução TSE nº 23.405/2014.
Todos os pedidos de registros apresentados até o dia 5 de julho, inclusive os impugnados, devem ser julgados e ter as decisões publicadas até o dia 5 de agosto.
Entenda
De acordo com o TRE-MA, agora, o relator poderá deferir monocraticamente o requerimento de registro de candidatura sem impugnação ou sem notícia de inelegibilidade desde que haja parecer favorável ao deferimento da candidatura emitido pelo Ministério Público Eleitoral. Além disso, o relator poderá homologar a renúncia de candidatura.

As decisões serão publicadas em sessão de julgamento, passando a correr dessa data o prazo para a interposição dos recursos cabíveis. O Ministério Público Eleitoral será pessoalmente intimado da decisão monocrática em sessão de julgamento.
G1

terça-feira, 22 de julho de 2014

APROVADO REGIMENTO DO CONSELHO PENITENCIÁRIO NO MA

:
Em reunião com representantes do Comitê Gestor de Ações Integradas, foi aprovado o Regimento do Conselho Penitenciário, ratificado por MP assinada pela governadora Roseana Sarney (PMDB). 
Desde a criação do Comitê, instalado pelo Governo do Maranhão em conjunto com o Ministério da Justiça e os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário foi aprovado o Regimento do Conselho Penitenciário, muitos avanços foram alcançados na melhoria do sistema penitenciário, a exemplo da nomeação de 101 novos agentes penitenciários aprovados em concurso público; a implantação de um plano integrado de inteligência prisional; a construção de nove novas unidades prisionais; a reforma e ampliação de outros três presídios; a implantação de alternativas penais, como a revisão de penas alternativas e monitoramento eletrônico; a realização de mutirões periódicos da Defensoria Pública com o apoio do TJ e do MP.
Até o final deste ano, serão abertas, em todo o Maranhão, mais de 2.200 novas vagas com construções, reformas e ampliações de presídios. Além disso, entrará em funcionamento na Região Metropolitana, até meados de agosto, o Sistema de Monitoramento Eletrônico, que disponibilizará, de imediato, 400 tornozeleiras ao Poder Judiciário, fruto do convênio com o MJ por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A meta é ampliar esse quantitativo para 1 mil unidades.
Em decorrência da crise no sistema carcerário, foi prorrogada por mais dois meses a permanência da Força Nacional do Maranhão.
Leia, abaixo, a matéria do 247 publicada, neste terça-feira (21):
O governo federal decidiu que a Força Nacional continuará até o dia 30 de setembro no Maranhão. Os militares trabalham no apoio a revistas, atendimento a ocorrências de alta complexidade nas unidades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e rondas noturnas no local. O sistema carcerário do estado está crise. Só em 2014, foram 16 mortos – 12 em Pedrinhas, e 60 no ano passado.
A Força Nacional está no complexo desde outubro do ano passado. Os policiais chegaram a São Luís após uma rebelião que nove mortos e pelo menos 20 detentos ficaram feridos, o que levou o governo maranhense a decretar estado de emergência.
Um dos principais problemas do sistema carcerário maranhense é a superlotação. De acordo com o Executivo estadual, o estado possui 6.531 presos, sendo que 5.118 estão em prisões e 1.413 em delegacias. No entanto, o déficit de vagas no Maranhão é superior a três mil.
 Portal 247

Rejeição a Edinho Lobão chega a 40% e dificulta campanha sarneysista

rejeicao tv guara exata julho
O dado que mais chama a atenção dos analistas políticos do Maranhão é a enorme rejeição do candidato da família Sarney, Edinho Lobão, que chega a inacreditáveis 40% na pesquisa realizada pela TV Guará.
O aumento de pessoas que dizem que não votariam “de jeito nenhum” em Edinho Lobão revela a fragilidade da candidatura de Edinho, que sofre por diversos escândalos deflagrados nos últimos dias.
O mais impressionante deles foi a revelação de que o candidato apoiado por Roseana Sarney e José Sarney recebe da secretaria de Ricardo Murad nada menos que R$ 30 mil por mês para realizar tratamento de pessoas com câncer. No entanto, o local é nada mais que uma clínica fantasma.
O contrato celebrado entre Edinho Lobão e Ricardo Murad, ao invés de ajudar os pacientes, serve apenas para encher os bolsos do suplente de senador que ocupa a cadeira do pai. Além deste caso, este blog revelou com exclusividade que Edinho foi condenado a 1 ano e 4 meses de prisão por manter uma TV pirata. Edinho também foi condenado à prisão em outro processo por não repassar encargos trabalhistas.
Os casos escandalosos podem ter sido o motivo para tamanha rejeição a um candidato que nunca disputou uma eleição.
Veja abaixo o número referente a todos os candidatos.
Rejeição
Edinho Lobão (PMDB) – 40%
Luís Pedrosa (PSOL) – 16%
Flávio Dino (PCdoB) – 16%
Josivaldo Corrêa – 16%
Saulo Arcangeli (PSTU) – 14%
Zé Luís Lago (PPL) – 14%
Observação: Na entrevista, o eleitor poderia rejeitar mais de um candidato, possibilitando a soma maior que 100%. A pesquisa tem margem de erro de 3,2%; para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral com o número MA-00022/2014.


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domingo, 20 de julho de 2014

Remo empata com Moto nos acréscimos em estreia da Série D

Remo x Moto Club em Bragança (Foto: Alex Nascimento/ Arquivo Pessoal)
G1

O atacante Val Barreto entrou em campo aos 37 do segundo tempo e, apesar do pouco tempo em campo, foi fundamental para o Remo conquistar o empate contra o Moto Club no Diogão. Aos 49 minutos do segundo tempo o jogador sofreu pênalti de Kléo, partiu para cobrança e garantiu a alegria dos torcedores remistas que encararam os 230 km de distância entre Belém e Bragança, onde a partida foi disputada. O Papão maranhense se fechou na defesa, explorou os contra-ataques e tentou segurar o placar enquanto esteve na frente, mas acabou punido no fim.
No próximo domingo, dia 27, o Remo vai ao Piauí enfrentar o River no Albertão, que venceu por 2 a 1 na estreia e lidera o Grupo A2. O Moto Club recebe, no Castelão, em São Luis, o Interporto-TO, que não disputou a primeira rodada.
O Remo começou pressionando bastante, mas o Moto Club conseguiu dominar a partida, que teve chances de gol para os dois lados. As melhores oportunidades criadas pelo Clube do Remo foram com o atacante Leandro Cearense após receber de passe de Rony e chutar longe do gol, depois no passe do estreante Danilo Rios para Rony, que teve o chute defendido pelo goleiro Ruan.
Mesmo melhor em campo, o Remo teve dificuldades para furar o bloqueio formado pelos três zagueiros do clube maranhense. Aos 26 minutos o Clube do Remo teve a melhor chance do primeiro tempo, com o chute forte de Robinho que acertou a trave. No lance seguinte, o Moto quase abriu o placar no chute de longe do lateral Jefferson Abreu, defendido pelo goleiro Maycki Douglas.
Explorando os contra-ataques, o Moto Club chegou ao gol aos 31 do primeiro tempo. A zaga do Remo não conseguiu afastar e a bola sobrou para o atacante Fabiano, que não perdoou o vacilo e abriu o placar. Com a vantagem, o clube maranhense passou a tocar a bola sem pressa e se fechou ainda mais, recuando os dois alas para bloquear as investidas do Remo pelos lados do campo.
O Remo continuava pressionando, mas as chances mais claras de gol ainda saíam de bolas paradas. Aos 42 o clube paraense chegou perto com uma cobrança de falta perigosa de Danilo Rios, defendida pelo goleiro Ruan.
No início do segundo tempo o Remo perdeu o lateral Levy, com uma lesão muscular. No seu lugar entrou o meia Reis, e o volante Dadá foi deslocado para a lateral direita. Com o Moto Club melhor em campo, o técnico do Remo mexeu na equipe e colocou o atacante Rafael Paty no lugar do meia Robinho aos 16 minutos, equilibrando o jogo e mandando o time para o ataque. Aos 18 o atacante Rony aproveitou falha da zaga do time maranhense e quase empatou a partida, mas chutou para fora e perdeu a chance de empatar a partida. O Moto voltou a assumir o controle da partida e teve a chance de ampliar o placar aos 26 minutos, com o cruzamento de Kléo para Fabiano, que parou na defesa de Maicky Douglas.
Fabiano deixou o campo para a entrada do atacante Naôh, que foi derrubado na sua primeira jogada e conseguiu uma falta perigosa para o clube maranhense. Na cobrança, o chute de Kléo passou muito perto e acertou a rede pelo lado de fora do gol remista. Aos 37 Roberto Fernandes mexeu no ataque do Remo, trocando Rony por Val Barreto, que recebeu dentro da área um minuto depois e chutou forte, mas parou no goleiro Ruan em sua primeira chance.
O final da partida foi de pressão do Remo, e aos 44 minutos o Remo superou a defesa do Moto Club e Val Barreto marcou de cabeça, mas o assistente apontou impedimento no lance e o árbitro confirmou. O resultado da pressão remista no final na partida veio a um minuto do final do jogo. Val Barreto foi derrubado na área por Kléo e o juiz marcou pênalti. O próprio Val Barreto cobrou e empatou a partida para o Remo, livrando o clube da derrota em casa na estreia.

Homem mata quatro pessoas da mesma família e é linchado no MA

G1


Quatro pessoas da mesma família foram mortas a facadas no povoado Galego, no município de Matinha, que fica a 248 km de São Luís, no Maranhão. A chacina aconteceu na noite desse sábado (19). Um homem identificado até o momento como Genilson, de 30 anos, assassinou a família da ex-namorada por não aceitar o fim do relacionamento. O autor dos assassinatos foi linchado pela população. As vítimas foram mortas a golpes de facão, dentro de casa.


Foram mortos: Afrânio Nascimento, de 65 anos e Maria Antônia dos Santos Nascimento, de 45 anos. Eles são pais de Adriana dos Santos Nascimento, com quem Genílson manteve um relacionamento. Adriana foi perseguida pelo ex-namorado, mas conseguiu fugir.

"Depois de cometer os crimes ele ainda foi atrás da Adriana. Ele tentou atear fogo na residência em que ela estava, tentou entrar pelo telhado. Foi aí que a população foi atrás dele. Ele ainda tentou se esconder em um matagal, mas foi alcançado pelo povo. A polícia precisou levá-lo para o município de Viana porque a população estava indignada e poderia invadir o hospital de Matinha, mas ele não resistiu e morreu no hospital", relatou o tenente Herielton Furtado Teixeira.

Foram assassinados, ainda, Cristina dos Santos Nascimento, de 25 anos, irmã de Adriana, e uma criança de apenas um ano de idade, filho de Cristina dos Santos. Outros dois filhos de Cristina dos Santos ficaram feridos, duas crianças de cinco e três anos de idade.


Os corpos das quatro vítimas estão sendo velados na Igreja Católica da Fraternidade, em Matinha e serão sepultados na tarde deste domingo (20).

sábado, 19 de julho de 2014

TRF derruba liminar que proibia governo de transferir recursos do BNDES para o FUNDEMA

Desembargador Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal
Desembargador Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal
O presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, desembargador federal Cândido Ribeiro, deferiu, ontem, pedido protocolado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) do Maranhão, e cassou os efeitos de liminar concedida há duas semanas pelo juiz federal Jorge Ferraz de Oliveira Júnior, titular da 5ª Vara da Justiça Federal no Maranhão, para suspender qualquer transferência de recursos obtidos pelo Estado a partir de empréstimo do BNDES ao Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão (Fundema).
O Fundo foi criado após votação na Assembleia Legislativa para viabilizar a transferência de recursos oriundos de empréstimos a municípios maranhenses. Segundo o escopo da mensagem governamental que encaminhou o projeto à Casa, o objetivo é atender às suas demandas de investimento de capital.
Na ação em que pediu a cassação da liminar, o Estado alegou que o Fundema fora criado legalmente, que até deputados da oposição votaram a favor dele e que a decisão do juízo de primeiro grau configurava-se em ingerência do Poder Judiciário sobre o Executivo.
Para Cândido Ribeiro, “parece precipitada a interferência jurisdicional para impedir a transferência de recursos ou estornos de recursos porventura repassados”. Ele considerou “mera suposição” a alegação dos oposicionistas de que recursos do BNDES repassados ao Fundema poderiam, porventura, ser utilizados para fins eleitoreiros.
“É importante consignar [...] que a mera suposição de que os recursos podem ser utilizados ‘com fins eleitoreiros’ não pode motivar a paralisação de atividades da Administração Pública. Desse modo, evidenciada, neste momento, a indevida interferência do Poder Judiciário nas atribuições do Poder Público, inviabilizado a consecução de seus objetivos e de política pública relacionada ao desenvolvimento dos municípios do Estado do Maranhão, há a necessidade de expungir-se risco maior aos bens protegidos pela medida de contra-cautela ora requerida”, despachou.
Famem

Bragantino e Sampaio Corrêa buscam reabilitação na Série B

Depois da derrota para o Náutico, o Sampaio Corrêa busca voltar a vencer diante do Bragantino. (Foto: Paulo de Tarso Jr / Imirante)
BRAGANÇA PAULISTA – Durante a pausa para a Copa do Mundo, Bragantino e Sampaio Corrêa viviam um clima de ansiedade pelo retorno do Campeonato Brasileiro Série B, já que a equipe paulista queria se afastar da zona de rebaixamento e o Bolivão desejava manter a boa fase, que lhe garantiu uma posição de destaque no torneio. Derrotados na rodada que marcou a reabertura da Segundona, os dois times buscam a reabilitação neste sábado (19), no estádio Nabi Abi Chedid. O Imirante Esporte transmite, minuto a minuto, todas as emoções do duelo, enquanto a rádio Mirante AM fará a cobertura completa, direto de Bragança Paulista.
Figura carimbada na Série B desde 2008, quando garantiu o acesso graças ao título conquistado na Terceira Divisão, o Bragantino busca a retomada dos seus tempos de glória. Na década de 90, a equipe de Bragança Paulista surpreendeu o país com boas campanhas no Brasileirão e um título paulista, mas a realidade mudou e o Braga agora se contenta em voltar a um lugar de destaque no cenário nacional. Após o oitavo lugar no Campeonato Paulista, o Bragantino teve um início irregular na Segundona, com direito a um jejum de quatro jogos sem vitória e a incômoda 19ª posição na tabela.
Surpresa na década de 90, o Bragantino sonha com uma vaga na Série A. (Foto: Rogério Morotti / Agência Botafogo)
Substituto de Marcelo Veiga, o técnico Mazola Júnior tenta modificar o cenário com um esquema de jogo bastante ofensivo, em que se destacam o meia-atacante Léo Jaime e o centroavante Nunes, mas a defesa ainda continua sendo um ponto fraco: com 20 gols, o Bragantino é o time que mais sofreu gols nesta edição da Série B. Contra o Sampaio, o treinador do Massa Bruta segue apostando em seu ataque, com uma alteração no meio-campo: expulso contra o América de Natal, Geandro será substituído por Sandro.
O estádio Nabi Abi Chedid é um dos trunfos do Massa Bruta. (Foto: Site oficial do CA Bragantino)
Com uma campanha dentro das expectativas da diretoria, que pretendia brigar pelas primeiras posições antes da Copa do Mundo, o Sampaio Corrêa não teve um bom reinício de competição, sendo derrotado pelo Náutico por 1 a 0, na Arena Pernambuco. Com a queda para a 10ª posição, o Tubarão quer aproveitar a fragilidade do Bragantino na competição para voltar a vencer e se aproximar dos líderes: no momento, a diferença de pontos para o G-4 é de cinco pontos.
William Paulista quer desencantar e ajudar o Sampaio a vencer fora de casa. (Foto: De Jesus / O Estado)
Em Bragança Paulista, o técnico Flávio Araújo não poderá contar com o lateral-direito Tote, que sofreu uma torção no tornozelo esquerdo e deve desfalcar a Bolívia Querida por um mês. Com a presença confirmada de Hiltinho no setor, o treinador deve manter a equipe titular que atuou nas últimas partidas, mas faz mistério quanto a uma possível alteração no ataque, setor que vem sendo alvo de reclamações por parte da torcida.
FICHA TÉCNICA
Estádio: Nabi Abi Chedid (Bragança Paulista – SP)
Horário: 21h (horário de Brasília)
Árbitro: Marcos Mateus Pereira (MS)
Assistentes: Pablo Almeida da Costa (MG) e Edmilson da Silva Rodrigues (MS)
BRAGANTINO: Renan; Robertinho, Yago, Guilherme Mattis e Bruno Recife; Tobi, Sandro, Magno Cruz e Léo Jaime; Cesinha e Nunes. T: Mazola Júnior
SAMPAIO CORRÊA: Luiz Muller; Hiltinho, Edimar, Paulo Sérgio e Willian Simões; Jonas, Uilliam Corrêa, Eloir e Márcio Diogo; Pimentinha e William Paulista. T: Flávio Araújo
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